quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Lobinho-Educação: Dia da Criança, a alma do negóocio
Lobinho-Educação: Dia da Criança, a alma do negóocio: "Em 12 de outubro comemora-se o dia de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil. Mas, também é o Dia das Crianças, a festa do consumo i..."
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Emprego para jovens
Emprego para jovens
Neste panorama e nesta fase da vida, o namoro atinge níveis de comportamentos que preocupam muito os pais e os educadores. Algo que deveria ser natural, belo, prazeroso e educativo, passa a ser um drama quando encarado como proibido para a idade ou como uma caixa de surpresas: companhias, sexo, gravidez e doenças.
ETAPA NECESSÁRIA
O namoro é uma etapa importante e necessária no desenvolvimento do ser humano. E é na adolescência que se inicia esta atração pelo sexo oposto, acompanhado por tudo aquilo que já apresentamos em artigos anteriores: mudanças físicas, psicológicas e sociais. “Namorar é uma coisa boa”, afirma a psicóloga clínica Helena Dagnino, pois a paixão experimentada pelos namorados produz energia e entusiasmo pela vida, contribuindo, inclusive, para a formação da personalidade. A possibilidade de dar e receber amor alimenta a auto-estima, conduzindo os jovens ao equilíbrio emocional.
Além de ser benéfica para o amadurecimento do adolescente, a paixão é saudável também para o corpo, conforme a manchete do artigo publicado pelo Correio Riograndense, em 09/06/2004: “Namorar faz bem ao coração e a outros órgãos do corpo, como também ao sistema nervoso e ao equilíbrio...”. Como vemos, há muitas coisas boas no namoro. E qual pai ou mãe não se lembra de como foram boas suas primeiras paqueras?
ESTÁ NA HORA?
É freqüente ouvirmos pais dizerem a seus filhos, principalmente às meninas: “Não está na hora ainda de namorar, primeiro os estudos!”. Contudo, no ambiente escolar, no grupo de amigos ou até mesmo no convívio com os amigos de catequese da crisma, o papo é outro. E se forem proibidos, se encontrarão escondidos. Para a especialista na área, Terezinha Cruz, do Comitê de Adolescência da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro (Soperj), o namoro é “um momento de experimentação, de treino, durante o qual o adolescente passa da fase da infância, quando recebe passivamente o afeto, à fase adulta do envolvimento afetivo-sexual. Idade exata para se iniciar um relacionamento não existe. O ideal é que, no próprio contexto familiar, se aprenda a respeitar o outro, a tolerar as diferenças, a valorizar a vida e as pessoas”.
FICAR
O que pode tornar-se um “inferno” para a família, quando um filho ou uma filha de 13 anos diz que está saindo com alguém, poderia ser menos conflituoso se antes tivessem buscado esclarecer o que é namoro e o que é ficar. A compreensão de namoro, para os pais que foram adolescentes na década de 70 e 80, foi bem diferente da dos seus filhos que nasceram na década seguinte e que encaram com um novo jeito suas relações afetivas.
Deles, ouve-se freqüentemente a expressão: “Eu fiquei com...”.
Eles definem ficar como uma troca de carinhos por um período curto, sem compromisso de namoro, sem o compromisso do dia seguinte. O adolescente, ao ficar, exercita sua descoberta da sexualidade: seu corpo, sua personalidade, sua autoestima, o outro, o prazer. Já o namoro pressupõe a exigência de permanência, de mais consistência na relação, de maior envolvimento e, porque não, de maturidade.
FICAR OU NAMORAR
Que bom seria se tivéssemos uma resposta à pergunta: “É melhor que meus filhos namorem ou fiquem?”. O ficar é um comportamento atual. Não se sabe com exatidão o que será amanhã, já que é característica dos adolescentes mudarem facilmente e, se enchendo desse relacionamento superficial, voltem, daqui há algum tempo, a namorar com mais seriedade e compromisso.
Particularmente, conhecendo os adolescentes, acho isso um tanto difícil, já que o ficar é próprio dos adolescentes que ainda estão centrados em si e têm uma forte necessidade de se auto-afirmar. É mais fácil entender uma adolescente que hoje sai com um garoto, mas já pensando em convidar outro para ir ao cinema, só porque é mais bonito, do que uma jovem de 20 anos.
SEXO
Com certeza e com razão, o que mais preocupa os pais no namoro ou no ficar dos seus filhos adolescentes é o ato sexual. Ficar com um hoje e outro amanhã significa transar também? Em se tratando de vida sexual, há uma divergência nesta fase. Não podemos afirmar que adolescentes de 11 a 15 anos têm a relação sexual como algo necessário nestes relacionamentos. Isso pode até ser diferente, dependendo do contexto social e familiar, mas na sua maioria é assim.
Diferente quando se trata de adolescentes acima dos 15 anos, quando seus corpos já são mais formados, a mentalidade mais juvenil e já alcançaram um pouco mais de independência. Este conhecimento nos ajuda a entender e trabalhar melhor com os adolescentes, pois, muitas vezes, travamos uma guerra enorme com a filha de 13 anos que está querendo ficar com o menino da escola e da mesma idade, com medo de que ela inicie cedo a vida sexual, quando ela nada mais quer do que trocar carinhos, mostrar a si e aos outros que é capaz, bonita e faz parte do grupo dos que ficam.
Contudo, mesmo numa situação dessa, nós, pais e educadores cristãos, podemos dar sentido à paquera dos nossos filhos, sem privá-los do prazer de se conhecerem, orientando-os ao respeito de si próprio e do outro. Esta orientação deverá começar primeiramente pelo exemplo dos pais que verdadeiramente se amam e com diálogos sinceros, sem moralismos que só podem mostrar nossa insegurança frente a esta fase da vida. E fiquem tranqüilos, pois como diz a médica Terezinha Cruz: “Com a maturidade, as escolhas devem tornar-se mais profundas, como também a afetividade e o respeito pelo outro são levados mais em conta do que os aspectos físicos”.
oportunidades jovens de 16 anos
Agora outro assunto:
Namoro. Bem aqui vai algumas dicas importantes para os jovens. Acredito serem estas as maneiras certas de começar um relacionamento.
Jovens,
ser pai ou mãe em nossa cultura atual é uma tarefa nada fácil. Primeiro porque é necessário assumir, diante de tantos outros, um caminho pelo qual deve-se pontuar a autoridade e as decisões tomadas com relação aos filhos. Depois, porque a desgastada comparação com o passado já era. Os caminhos são outros, os educadores são outros, os adolescentes são outros.
Neste panorama e nesta fase da vida, o namoro atinge níveis de comportamentos que preocupam muito os pais e os educadores. Algo que deveria ser natural, belo, prazeroso e educativo, passa a ser um drama quando encarado como proibido para a idade ou como uma caixa de surpresas: companhias, sexo, gravidez e doenças.
ETAPA NECESSÁRIA
O namoro é uma etapa importante e necessária no desenvolvimento do ser humano. E é na adolescência que se inicia esta atração pelo sexo oposto, acompanhado por tudo aquilo que já apresentamos em artigos anteriores: mudanças físicas, psicológicas e sociais. “Namorar é uma coisa boa”, afirma a psicóloga clínica Helena Dagnino, pois a paixão experimentada pelos namorados produz energia e entusiasmo pela vida, contribuindo, inclusive, para a formação da personalidade. A possibilidade de dar e receber amor alimenta a auto-estima, conduzindo os jovens ao equilíbrio emocional.
Além de ser benéfica para o amadurecimento do adolescente, a paixão é saudável também para o corpo, conforme a manchete do artigo publicado pelo Correio Riograndense, em 09/06/2004: “Namorar faz bem ao coração e a outros órgãos do corpo, como também ao sistema nervoso e ao equilíbrio...”. Como vemos, há muitas coisas boas no namoro. E qual pai ou mãe não se lembra de como foram boas suas primeiras paqueras?
ESTÁ NA HORA?
É freqüente ouvirmos pais dizerem a seus filhos, principalmente às meninas: “Não está na hora ainda de namorar, primeiro os estudos!”. Contudo, no ambiente escolar, no grupo de amigos ou até mesmo no convívio com os amigos de catequese da crisma, o papo é outro. E se forem proibidos, se encontrarão escondidos. Para a especialista na área, Terezinha Cruz, do Comitê de Adolescência da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro (Soperj), o namoro é “um momento de experimentação, de treino, durante o qual o adolescente passa da fase da infância, quando recebe passivamente o afeto, à fase adulta do envolvimento afetivo-sexual. Idade exata para se iniciar um relacionamento não existe. O ideal é que, no próprio contexto familiar, se aprenda a respeitar o outro, a tolerar as diferenças, a valorizar a vida e as pessoas”.
FICAR
O que pode tornar-se um “inferno” para a família, quando um filho ou uma filha de 13 anos diz que está saindo com alguém, poderia ser menos conflituoso se antes tivessem buscado esclarecer o que é namoro e o que é ficar. A compreensão de namoro, para os pais que foram adolescentes na década de 70 e 80, foi bem diferente da dos seus filhos que nasceram na década seguinte e que encaram com um novo jeito suas relações afetivas.
Deles, ouve-se freqüentemente a expressão: “Eu fiquei com...”.
Eles definem ficar como uma troca de carinhos por um período curto, sem compromisso de namoro, sem o compromisso do dia seguinte. O adolescente, ao ficar, exercita sua descoberta da sexualidade: seu corpo, sua personalidade, sua autoestima, o outro, o prazer. Já o namoro pressupõe a exigência de permanência, de mais consistência na relação, de maior envolvimento e, porque não, de maturidade.
FICAR OU NAMORAR
Que bom seria se tivéssemos uma resposta à pergunta: “É melhor que meus filhos namorem ou fiquem?”. O ficar é um comportamento atual. Não se sabe com exatidão o que será amanhã, já que é característica dos adolescentes mudarem facilmente e, se enchendo desse relacionamento superficial, voltem, daqui há algum tempo, a namorar com mais seriedade e compromisso.
Particularmente, conhecendo os adolescentes, acho isso um tanto difícil, já que o ficar é próprio dos adolescentes que ainda estão centrados em si e têm uma forte necessidade de se auto-afirmar. É mais fácil entender uma adolescente que hoje sai com um garoto, mas já pensando em convidar outro para ir ao cinema, só porque é mais bonito, do que uma jovem de 20 anos.
SEXO
Com certeza e com razão, o que mais preocupa os pais no namoro ou no ficar dos seus filhos adolescentes é o ato sexual. Ficar com um hoje e outro amanhã significa transar também? Em se tratando de vida sexual, há uma divergência nesta fase. Não podemos afirmar que adolescentes de 11 a 15 anos têm a relação sexual como algo necessário nestes relacionamentos. Isso pode até ser diferente, dependendo do contexto social e familiar, mas na sua maioria é assim.
Diferente quando se trata de adolescentes acima dos 15 anos, quando seus corpos já são mais formados, a mentalidade mais juvenil e já alcançaram um pouco mais de independência. Este conhecimento nos ajuda a entender e trabalhar melhor com os adolescentes, pois, muitas vezes, travamos uma guerra enorme com a filha de 13 anos que está querendo ficar com o menino da escola e da mesma idade, com medo de que ela inicie cedo a vida sexual, quando ela nada mais quer do que trocar carinhos, mostrar a si e aos outros que é capaz, bonita e faz parte do grupo dos que ficam.
Contudo, mesmo numa situação dessa, nós, pais e educadores cristãos, podemos dar sentido à paquera dos nossos filhos, sem privá-los do prazer de se conhecerem, orientando-os ao respeito de si próprio e do outro. Esta orientação deverá começar primeiramente pelo exemplo dos pais que verdadeiramente se amam e com diálogos sinceros, sem moralismos que só podem mostrar nossa insegurança frente a esta fase da vida. E fiquem tranqüilos, pois como diz a médica Terezinha Cruz: “Com a maturidade, as escolhas devem tornar-se mais profundas, como também a afetividade e o respeito pelo outro são levados mais em conta do que os aspectos físicos”.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
ENEM
Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem o objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao fim da escolaridade básica. Podem participar do exame alunos que estão concluindo ou que já concluíram o ensino médio em anos anteriores.
O Enem é utilizado como critério de seleção para os estudantes que pretendem concorrer a uma bolsa no Programa Universidade para Todos (ProUni). Além disso, cerca de 500 universidades já usam o resultado do exame como critério de seleção para o ingresso no ensino superior, seja complementando ou substituindo o vestibular. Acesse o site http://www.enem.inep.gov.br/index.php e obtenha informações, baixe simulados e outros arquivos.
O Enem é utilizado como critério de seleção para os estudantes que pretendem concorrer a uma bolsa no Programa Universidade para Todos (ProUni). Além disso, cerca de 500 universidades já usam o resultado do exame como critério de seleção para o ingresso no ensino superior, seja complementando ou substituindo o vestibular. Acesse o site http://www.enem.inep.gov.br/index.php e obtenha informações, baixe simulados e outros arquivos.
Estudantes dizem o que querem do Ensino Médio
O projeto Jovens Pelo Direito à Educação (Jade), desenvolvido pela ONG Ação Educativa em parceria com escolas públicas leva estudantes a debaterem sobre os rumos do Ensino Médio. Vinte jovens receberam formação para que pudessem aplicar pesquisa entre os demais alunos sobre “O queremos do Ensino Médio”. Para obter mais informações sobre o projeto e os resultados da pesquisa, acesse http://www.acaoeducativa.org.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=547&Itemid=216
Jovens preferem estudar
Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que o jovem posterga o início da vida profissional para concluir o Ensino Médio.
Esse fato fez com que média de escolaridade entre os jovens superasse a do adultos. Entre os jovens adultos (25 a 29 anos), a média de estudo chega a 9,2 anos, o que representa 3,2 anos a mais do que a população com mais de 40 anos. Enquanto entre quem tem de 15 a 24 anos e de 18 a 24 anos, a média subiu, passando de 6,8 para 8,7 anos.
Leia mais: http://www.ipea.gov.br/default.jsp
Esse fato fez com que média de escolaridade entre os jovens superasse a do adultos. Entre os jovens adultos (25 a 29 anos), a média de estudo chega a 9,2 anos, o que representa 3,2 anos a mais do que a população com mais de 40 anos. Enquanto entre quem tem de 15 a 24 anos e de 18 a 24 anos, a média subiu, passando de 6,8 para 8,7 anos.
Leia mais: http://www.ipea.gov.br/default.jsp
Quase um milhão de brasileiros não têm acesso ao Ensino Médio
Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base em informações do Ministério da Educação revela que 971 mil habitantes não possuem acesso direto ao Ensino Médio. Dos 51,16 milhões de alunos matriculados na educação básica, apenas 8,2 milhões estão no ensino médio.
Leia mais: http://www.abril.com.br/noticias/brasil/ipea-ensino-medio-principal-gargalo-educacao-636257.shtml
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